Informa-se que a prova realizada pelos Camilianos (CRC) prevista para o dia 22 de setembro não se vai realizar, porque segundo a organização os custos Associativo/Federativo eram muito elevados para a realização do circuito.
António Moreira
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Crónica de Avelar
Domingo, dia 2 de setembro, realizou-se o 41º Circuito Nossa Senhora da Guia-Avelar. Mais uma vez tarde com muito calor e um grande incêndio nas proximidades. Este é um circuito sempre a rolar, com 30 voltas tendo uma extensão 36 kms.
Logo na 1ª volta deu-se uma tentativa de fuga, por parte de Cláudio Paulinho (Viveiros) com resposta de Bruno Sousa (Peçamodôvar). A este duo juntam-se Luis Mendonça (AMVE), Ivo Santos (Xyami), Márcio Correia (Viveiros), Vitor Faria (Peçamodôvar), André Filipe (Viveiros) e Luís Vicente (Ribeira de São João).
Este grupo andaria destacado do pelotão até ao final da prova, no seu encalço andaria Carlos Cunha (Pinabike) cerca de 3 voltas mas sem os conseguir alcançar, vindo a ser anexado pelo pelotão.
Durante toda a prova, no grupo da frente, houve várias tentativas de fuga mas todas elas anuladas, por vezes alguns destes atletas ficavam para trás mas conseguiam anexar-se novamente ao grupo.
No pelotão as tentativas de fuga também eram uma constante, por vezes dividiam este em 2 e 3 grupos. Neste setor da prova a luta mais interessante era entre Vítor Lourenço (Viveiros) e Rui Rodrigues (Peçamodôvar), para onde fosse um ia o outro, até que Rui Rodrigues é obrigado a desistir por furo, dando assim por terminado este duelo e proporcionando outra liberdade a Vítor Lourenço dentro da corrida.
Quanto ao grupo escapado este discutiria a chegada ao sprint, levando a melhor André Filipe (Viveiros) sobre Luís Mendonça (AMVE).
A vencedora por equipas seria Viveiros Vítor Lourenço.
António Moreira
Logo na 1ª volta deu-se uma tentativa de fuga, por parte de Cláudio Paulinho (Viveiros) com resposta de Bruno Sousa (Peçamodôvar). A este duo juntam-se Luis Mendonça (AMVE), Ivo Santos (Xyami), Márcio Correia (Viveiros), Vitor Faria (Peçamodôvar), André Filipe (Viveiros) e Luís Vicente (Ribeira de São João).
Este grupo andaria destacado do pelotão até ao final da prova, no seu encalço andaria Carlos Cunha (Pinabike) cerca de 3 voltas mas sem os conseguir alcançar, vindo a ser anexado pelo pelotão.
Durante toda a prova, no grupo da frente, houve várias tentativas de fuga mas todas elas anuladas, por vezes alguns destes atletas ficavam para trás mas conseguiam anexar-se novamente ao grupo.
No pelotão as tentativas de fuga também eram uma constante, por vezes dividiam este em 2 e 3 grupos. Neste setor da prova a luta mais interessante era entre Vítor Lourenço (Viveiros) e Rui Rodrigues (Peçamodôvar), para onde fosse um ia o outro, até que Rui Rodrigues é obrigado a desistir por furo, dando assim por terminado este duelo e proporcionando outra liberdade a Vítor Lourenço dentro da corrida.
Quanto ao grupo escapado este discutiria a chegada ao sprint, levando a melhor André Filipe (Viveiros) sobre Luís Mendonça (AMVE).
A vencedora por equipas seria Viveiros Vítor Lourenço.
António Moreira
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Crónicas 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Crónica do 15º P. Volkswagen-Festas das Vindimas
1 de setembro, tarde de sábado bastante quente, com cerca de 37º, realizou-se o 15º Prémio Volkswagen- Festas das Vindimas-Palmela.
Esta prova foi muito bem organizada pela Associação de Ciclismo de Setúbal, um excelente percurso com uma extensão de 80,3 kms.
Dada a partida, começaram a haver as escaramuças habituais, mas que não sortiram efeito devido à pronta reação do pelotão. Na entrada da 1ª passagem da subida para Palmela, o pelotão sofre um corte e divide-se em 2. O nome mais sonante que ficaria no 2º grupo seria Rui Rodrigues (Paçamodôvar) com alguns dos seus colegas de equipa. Apesar do grupo da frente tentar que não houvesse junção dos 2 grupos, trabalho em parte feito por Luis Mendonça (AMVE), tal não sortiu efeito e ao fim de pouco tempo os grupos reagrupam-se.
As escaramuças sucedem-se e ao fim de algum tempo um grupo consegue-se isolar do pelotão, neste grupo estão Vítor Lourenço (Viveiros) e Celso Pereira (Peçamodôvar). Este grupo conseguiria andar isolado cerca de 10 kms.
No pelotão, Luís Mendonça (AMVE), salta para tentar chegar aos fugitivos, quando já se encontra muito perto é apanhado pelo pelotão, que através da equipa Chão das Donas, tinha movido uma perseguição muito forte por alguns quilómetros, com o intuito de anular os fugitivos, o que viria a suceder.
Quando a fuga é anulada, quem toma conta da corrida é a equipa Peçamodôvar que coloca todos os seus atletas em constantes ataques, o que obrigou a equipa dos Viveiros a responder e a desgastar-se. Com esta estratégia o Peçamodôvar conseguiu que, quando se chegou à entrada para a última dificuldade da prova - a subida para Palmela, a equipa dos Viveiros estivesse fragmentada e apenas mantive-se Vítor Lourenço na frente da corrida.
Na 1ª parte da subida, David Garrido (CC Maria Nicolau) ataca e isola-se, por momentos não houve reação por parte dos restantes atletas que estavam na frente, tendo a iniciativa da perseguição sido encetada por Fernando Duarte (CSRD Ota), levando um pequeno grupo consigo, este grupo foi ainda perdendo algumas unidades, tendo no alto de Palmela apenas 13 elementos.
A 300 metros da meta Rui Rodrigues, com boa leitura de corrida e muita categoria, desfere um ataque violento fragmentando este grupo e levando a melhor sobre Vítor Lourenço.
Por equipas venceria o Peçamodôvar.
Para mim, esta foi uma das provas mais espetaculares desta época, todos estiveram bem. Parabéns.
António Moreira
Esta prova foi muito bem organizada pela Associação de Ciclismo de Setúbal, um excelente percurso com uma extensão de 80,3 kms.
Dada a partida, começaram a haver as escaramuças habituais, mas que não sortiram efeito devido à pronta reação do pelotão. Na entrada da 1ª passagem da subida para Palmela, o pelotão sofre um corte e divide-se em 2. O nome mais sonante que ficaria no 2º grupo seria Rui Rodrigues (Paçamodôvar) com alguns dos seus colegas de equipa. Apesar do grupo da frente tentar que não houvesse junção dos 2 grupos, trabalho em parte feito por Luis Mendonça (AMVE), tal não sortiu efeito e ao fim de pouco tempo os grupos reagrupam-se.
As escaramuças sucedem-se e ao fim de algum tempo um grupo consegue-se isolar do pelotão, neste grupo estão Vítor Lourenço (Viveiros) e Celso Pereira (Peçamodôvar). Este grupo conseguiria andar isolado cerca de 10 kms.
No pelotão, Luís Mendonça (AMVE), salta para tentar chegar aos fugitivos, quando já se encontra muito perto é apanhado pelo pelotão, que através da equipa Chão das Donas, tinha movido uma perseguição muito forte por alguns quilómetros, com o intuito de anular os fugitivos, o que viria a suceder.
Quando a fuga é anulada, quem toma conta da corrida é a equipa Peçamodôvar que coloca todos os seus atletas em constantes ataques, o que obrigou a equipa dos Viveiros a responder e a desgastar-se. Com esta estratégia o Peçamodôvar conseguiu que, quando se chegou à entrada para a última dificuldade da prova - a subida para Palmela, a equipa dos Viveiros estivesse fragmentada e apenas mantive-se Vítor Lourenço na frente da corrida.
Na 1ª parte da subida, David Garrido (CC Maria Nicolau) ataca e isola-se, por momentos não houve reação por parte dos restantes atletas que estavam na frente, tendo a iniciativa da perseguição sido encetada por Fernando Duarte (CSRD Ota), levando um pequeno grupo consigo, este grupo foi ainda perdendo algumas unidades, tendo no alto de Palmela apenas 13 elementos.
A 300 metros da meta Rui Rodrigues, com boa leitura de corrida e muita categoria, desfere um ataque violento fragmentando este grupo e levando a melhor sobre Vítor Lourenço.
Por equipas venceria o Peçamodôvar.
Para mim, esta foi uma das provas mais espetaculares desta época, todos estiveram bem. Parabéns.
António Moreira
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